Se Beberem Alguma Coisa Mortífera Não Lhes Fará Dano Algum

Temos visto muitas dúvidas no povo de Deus se podemos tomar a vacina contra a COVID-19 ou não. E a resposta é: “NÃO SÓ PODEM COMO DEVEM!

Daniel 1:17 – Quanto a estes quatro jovens, Deus lhes deu o conhecimento e a inteligência em todas as letras, e sabedoria; mas a Daniel deu entendimento em toda a visão e sonhos. Provérbios 8:12 – Eu, a sabedoria, habito com a prudência, e acho o conhecimento dos conselhos.

Primeiramente, temos que entender que “foi DEUS quem deu ao homem a inteligência e o capacitou para produzir tratamentos e medicamentos para combater as doenças que existem na terra. DEUS é o PAI da ciência“.

Um dos Evangelistas era médico, LUCAS, e como tal ele usou os recursos que tinha na época para o exercício da sua profissão. O DEUS vivo que venceu a morte na Cruz do Calvário para gerar vida é o DEUS que nos deu a ciência e nos permitiu ter a vacina.

Mesmo que essa vacina tenha sido fabricada muito rapidamente, devido as tecnologias avançadas, a necessidade mundial de um antídoto tinha que ser iminente, diante da rapidez com que a pandemia COVID-19 atingiu todo o planeta. A ciência mundial se uniu para combater esse mal com muita responsabilidade e expertise de médicos/cientistas. Por isso ela pôde ser desenvolvida tão precocemente e continuará sendo aperfeiçoada indubitavelmente. GLÓRIA A DEUS por isso. Aleluia e Amém!

Essa vacina, especificamente (contra a COVID-19), NÃO É A MARCA DA BESTA, como muitas pessoas estão falando por aí. Cuidado com falsos profetas! A marca da besta, primeiramente, está relacionada à ECONOMIA, pois, aqueles que não tiverem essa marca, NÃO PODERÃO COMPRAR NEM VENDER, vejamos:

Além do mais a marca da besta está associada a adoração do anticristo e não tem nenhuma relação com aqueles que já pertencem ao SENHOR JESUS. A IGREJA de JESUS, a NOIVA do CORDEIRO, já foi SELADA com o ESPÍRITO SANTO conforme está escrito em EFÉSIOS, vejamos:

Efésios 1:13 – Em quem também vós estais, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação; e, tendo nele também crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa; Efésios 4:30 – E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual estais selados para o dia da redenção.

Portanto, isso significa que a IGREJA, a NOIVA de JESUS, não poderá mais ser selada em paralelo com uma outra marca diabólica e anticristã perdendo o selo do Espírito.

As pessoas que estão usando o NOME DE DEUS contra uma vacina que pode conter, parar, acabar com essa pandemia, que já matou mais de meio milhão de brasileiros, INCLUSIVE PASTORES, estão totalmente equivocadas e tem levado outras pessoas ao engano. Infelizmente muitos Pastores e Líderes Cristãos estão usando o NOME DE DEUS para influenciar pessoas à MORTE. Eles pregam, aqui no Brasil contra a vacina, mas eles mesmos vão se vacinar no exterior.

O objetivo da vacina é IMUNIZAR, é LIVRAR o ser humano de uma determinada doença e da morte que ela, porventura, possa causar. Em ISRAEL, EUA, vários países do mundo, as atividades estão voltando à normalidade, pois, a maioria da população já tomou a vacina. Se ela existe para nos auxiliar, promover a vida, então ela é de DEUS.

DEUS deu à humanidade a ciência para isso, afim de enfrentarmos os vírus de todas as espécies de doenças que há séculos vem assolando a humanidade. O aumento do tempo de vida (expectativa de vida) do ser humano que aconteceu nas últimas décadas foi graças as descobertas das vacinas. A Imunização é de DEUS, a VACINA é de DEUS.

Há líderes religiosos, evangélicos, dizendo que a vacina faz mal e que irá alterar a nossa natureza humana (DNA, GENÉTICA). CUIDADO e ATENÇÃO: Ainda que fosse algo nocivo à nossa saúde, DEUS JAMAIS PERMITIRIA QUE FÔSSEMOS ATINGIDOS, conforme expressamente está escrito em MARCOS 16:17,18, vejamos o que disse JESUS:

E estes sinais seguirão aos que crerem: Em meu nome expulsarão os demônios; falarão novas línguas; Pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e porão as mãos sobre os enfermos, e os curarão“.

Marcos 16:17,18

A vacina atinge o corpo e não tem nada a ver com o ESPÍRITO e a ALMA. A vacina é para a cura do corpo!

Infelizmente tem crescido o número de pessoas que acreditam que NÃO SE DEVE VACINAR, chamado de “movimento antivacina”. Na sua maioria essas pessoas acreditam nas mais variadas FAKE NEWS espalhadas pela internet colocando MEDO na população divulgando “Teorias da Conspiração” de vários tipos.

E se nós considerarmos do ponto de vista da saúde pública a vacinação não visa proteger somente uma pessoa, mas toda a sociedade, sendo, portanto, um ato de civilidade para que a população alcance a imunidade, pois, havendo a vacinação e imunização da grande parcela desta, pessoas que por algum motivo não forem vacinadas, também estarão protegidas uma vez que o vírus para de circular.

E se olharmos do ponto de vista teológico a vacinação se mostra como um ato de amor ao próximo, pois, não se toma a vacina para proteger a si mesmo, mas, principalmente, para proteger àqueles que estão ao nosso redor. FAZER OPOSIÇÃO à vacinação de forma deliberada é uma falta de AMOR e, portanto, uma ATITUDE DISTANTE da mensagem do Evangelho, da mensagem de JESUS CRISTO.

Infelizmente, ainda são comuns pregações implícitas que afirmam que podendo DEUS curar todas as doenças não seria necessário se vacinar e que isso seria falta de FÉ do poder de DEUS. Esse tipo de ENGANO pode levar à MORTE, inclusive pessoas de BOA-FÉ, porque o corpo não produz, ainda, os anticorpos que são garantidos pela vacina contra a COVID-19. E os líderes religiosos que fazem esse tipo de pregação (antivacinas), deveriam rever seus conceitos, porque muita gente considera a “palavra” que vem do púlpito como definitiva.

DEUS é aquele que dá sabedoria, discernimento e conhecimento para que o ser humano crie soluções para os problemas que afligem a sociedade. Como consequência a vacina não deve ser vista como algo que “concorre” à ação de DEUS, mas sim como FRUTO da misericórdia de DEUS, que capacita o ser humano a pensar e criar um recurso que seja capaz de encerrar uma pandemia.

VACINAR, portanto, é um ato de AMOR, que deve ser incentivado por todos nós que nos proclamamos CRISTÃOS. Todo discurso negacionista a respeito das vacinas deve ser rejeitado e visto como um ato EGOÍSTA e anticristão.

Essa é a minha opinião, com fundamento na PALAVRA de DEUS expressa em Daniel 1:17, Provérbios 8:12, Efésios 1:13, Efésios 4:30 e, principalmente, Marcos 16:17,18, todos mencionados acima. Amém!

Gratidão Deus!

Oremos!

Senhor, agradecemos-lhe por mais um dia de vida, por esta reflexão, orientação e entendimento da Tua Palavra Viva, Perfeita e Agradável aos nossos corações. Clamamos a Ti, oh Pai Glorioso, abençoa-nos dando-nos discernimento sobre todas as coisas, capacitando-nos, cada dia mais, a proclamarmos os Teus ensinamentos para toda criatura:

Marcos 16:15 – E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura

Enche-nos da Tua Presença, Espírito Santo obrigado por habitar em nossos corações. Que o nome Santo e Poderoso de JESUS CRISTO seja glorificado através da nossa vida e não do nosso nome, nossa fama, nosso ministério, reconhecendo que não podemos receber coisa alguma se do céu não nos for dada.

Toda honra, glória, poder, domínio e majestade pertencem a Ti, SENHOR. Somos apenas instrumentos nas Tuas mãos. Por isso, oramos e te agradecemos em nome de Jesus. Louvado e engrandecido seja o nome Santo e Poderoso do nosso Senhor Jesus Cristo, único Salvador!

Aleluia e Amém!

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Graça e Paz de Jesus Cristo!

Deus te Abençoe!

Carta Aberta à Organização Mundial da Saúde

Por Geert Vanden Bossche, DMV, PhD, virologista independente e especialista em vacinas, anteriormente empregado na GAVI e na Fundação Bill & Melinda Gates.

A todas as autoridades, cientistas e especialistas de todo o mundo, a quem isto diz respeito: o mundo entre população.

Eu sou quase um antvaxxer. Como cientista, geralmente não apelo a nenhuma plataforma deste tipo para fazer uma posição sobre tópicos relacionados a vacinas. Como virologista dedicado e especialista em vacinas, só faço uma exceção quando as autoridades de saúde permitem que as vacinas sejam administradas de maneiras que ameacem a saúde pública, a maioria certamente quando as evidências científicas estão sendo ignoradas. A situação atual extremamente crítica me obriga a espalhar esta chamada de emergência. Como a extensão sem precedentes da intervenção humana na Covid-19-pandemia agora corre o risco de resultar em uma catástrofe global sem igual, este apelo não pode soar alto e com força suficiente.

Conforme declarado, não sou contra a vacinação. Pelo contrário, posso garantir que cada uma das vacinas foram concebidas, desenvolvidas e fabricadas por cientistas brilhantes e competentes. No entanto, estes tipos de vacinas profiláticas são completamente inadequadas e até altamente perigosas, quando usadas em campanhas de vacinação em massa durante uma pandemia viral. Vacinologistas, cientistas e os médicos estão cegos pelos efeitos positivos de curto prazo em pacientes individuais, mas não parecem se incomodar sobre as consequências desastrosas para a saúde global. A menos que eu seja cientificamente provado que estou errado, é difícil de entender como as atuais intervenções humanas impedirão que as variantes circulantes se tornem um selvagem monstro.

Correndo contra o relógio, estou concluindo meu manuscrito científico, cuja publicação, infelizmente, provavelmente chegará tarde demais devido à ameaça cada vez maior de se espalhar rapidamente, variantes infecciosas. É por isso que decidi já postar um resumo de minhas descobertas, bem como minha palestra discurso no recente Vaccine Summit em Ohio no LinkedIn. Na segunda-feira passada, forneci saúde internacional organizações, incluindo a OMS, com minha análise da pandemia atual baseada em percepções informadas sobre a biologia imunológica da Covid-19. Dado o nível de emergência, eu os incentivei a considerar minhas preocupações e iniciar um debate sobre as consequências prejudiciais de mais “imunidade viral fuga”. Para aqueles que não são especialistas neste campo, estou anexando abaixo uma versão mais acessível e compreensível da ciência por trás desse fenômeno insidioso.

Embora não haja tempo de sobra, não recebi nenhum feedback até agora. Especialistas e políticos têm permanecido em silêncio enquanto, obviamente, ainda estava ansioso para falar sobre o relaxamento das regras de prevenção de infecções e “springtme freedom”. Minhas declarações não se baseiam em nada além da ciência. Elas serão apenas
contraditadas pela ciência. Embora mal se possa fazer afirmações científicas incorretas sem ser criticado por colegas, parece que a elite de cientistas atualmente aconselham nossos líderes mundiais à ficarem em silêncio. Evidências científicas suficientes foram apresentadas. Infelizmente, permanece intocado por aqueles que têm o poder de agir. Por quanto tempo se pode ignorar o problema quando apresentam evidências massivas de que o escape imune viral está agora ameaçando a humanidade? Dificilmente podemos dizer que não sabia – ou não foi avisado.

Nessa carta agonizante, coloquei em jogo toda a minha reputação e credibilidade. Espero de vocês, guardiões da humanidade, pelo menos o mesmo. É de extrema urgência. Abra o debate. Por suposto: virar a maré!

EMERGÊNCIA DE SAÚDE PÚBLICA DE PREOCUPAÇÃO INTERNACIONAL

Por que a vacinação em massa em meio a uma pandemia cria um monstro irreprimível

A pergunta-chave é: por que ninguém parece se preocupar com o escape imune viral? Deixe-me tentar explicar isso por meio de um fenômeno mais facilmente compreendido: resistência antimicrobiana. Pode-se facilmente extrapolar este flagelo para a resistência aos nossos “antibióticos antivirais” fabricados por nós mesmos. Na verdade, os anticorpos (Abs) produzidos por nosso próprio sistema imunológico podem ser considerados antibióticos antivirais de fabricação própria, independentemente de que sejam eles parte do nosso sistema imunológico inato (os chamados Abs ‘naturais’) ou desencadeados em resposta a Patógenos específicos (resultando nos chamados Abs ‘adquiridos’). Abs naturais não são específicos para germes, enquanto Abs adquiridos são especificamente direcionados ao patógeno invasor. No nascimento, nosso sistema imunológico inato é ‘Inexperiente’, mas bem estabelecido. Ele nos protege de uma variedade de patógenos, evitando assim que esses patógenos causem doenças. Como o sistema imunológico inato não consegue se lembrar dos patógenos, encontrados (imunidade inata não tem a chamada “memória imunológica”), podemos apenas continuar a confiar nele, desde que o mantenhamos “treinado” o suficiente. O treinamento é alcançado pela exposição regular a uma miríade de agentes ambientais, incluindo patógenos. No entanto, à medida que envelhecemos, enfrentaremos cada vez mais situações onde nossa imunidade inata (muitas vezes chamada de “a primeira linha de defesa imunológica“) não é forte o suficiente para parar o patógeno no portal de entrada (principalmente barreiras mucosas, como respirador y ou epitélio intestinal). Quando isso acontece, o sistema imunológico tem que contar com efetores mais especializados do nosso sistema imunológico (ou seja, células T e Abs específicas para o antígeno) para combater o patógeno. Então, conforme crescemos, cada vez mais montamos imunidade específica a patógenos, incluindo Abs altamente específico. Como esses têm uma afinidade mais forte pelo patógeno (por exemplo, vírus) e podem atingir altas concentrações, eles podem facilmente superar nossa competição natural Abs para ligação ao patógeno / vírus. É precisamente esse tipo de Abs altamente específico e de alta afinidade que as vacinas atuais da Covid-19 são indutoras. Claro, o propósito nobre desses Abs é nos proteger contra Covid19. Então, por que haveria uma grande preocupação em usar essas vacinas para combater a Covid-19?

Bem, semelhante às regras que se aplicam aos antibióticos antimicrobianos clássicos, é fundamental que nosso self-made ‘Antibióticos Antivirais’ são disponibilizados em concentração suficiente e são adaptados de acordo com as características específicas do nosso inimigo. É por isso que, no caso de doença bacteriana, é fundamental não apenas escolher o tipo certo de antibiótico (com base nos resultados de um antibiograma), mas também tomar o antibiótico por tempo suficiente (de acordo com a prescrição). O não cumprimento desses requisitos corre o risco de conceder aos micróbios uma chance de sobreviver e, portanto, pode causar o agravamento da doença. Um mecanismo muito semelhante também aplicam-se a vírus, especialmente a vírus que podem sofrer mutação rápida e facilmente (o que é, por exemplo, o caso com Coronavírus); quando a pressão exercida pela defesa imunológica do exército (leia-se: população) começa a ameaçar a replicação e transmissão viral, o vírus assumirá outra capa para que não possa mais ser facilmente reconhecido e, portanto, atacado pelo sistema imunológico do hospedeiro. O vírus agora é capaz de imunidade de escape (chamada: “escape imunológico“). No entanto, o vírus só pode contar com esta estratégia fornecida e ele ainda tem espaço suficiente para se replicar. Os vírus, ao contrário da maioria das bactérias, devem depender da vida das células hospedeiras para se replicarem. É por isso que a ocorrência de “mutantes de escape” não é muito preocupante, desde que a probabilidade dessas variantes encontrarem rapidamente outro “host” seja bastante remota. No entanto, isso não é particularmente o caso durante uma pandemia viral! Durante uma pandemia, o vírus está se espalhando por todo o mundo com muitos sujeitos eliminando e transmitindo o vírus (mesmo incluindo ‘portadores’ assintomáticos). Quanto mais alta a carga viral, maior a probabilidade de o vírus encontrar indivíduos que ainda não foram infectados ou que estavam infectados, mas não desenvolveram sintomas. A menos que sejam suficientemente protegidos por sua inata defesa imunológica (por meio de Abs natural), eles vão pegar a doença de Covid-19, pois não podem contar com outros, isto é, Abs adquirido. Foi amplamente relatado, de fato, que o aumento de Abs específico de S (spike) em pessoas com infecção assintomática é bastante limitado e tem vida curta. Além disso, esses Abs não têm atingiu a maturidade total. A combinação de infecção viral em um fundo de maturidade Ab subótmica e a concentração permite que o vírus selecione mutações, permitindo-lhe escapar da pressão imunológica. A seleção dessas mutações ocorre preferencialmente na proteína S, pois esta é a proteína viral que é responsável pela infecciosidade viral. Como as mutações selecionadas dotam o vírus com um aumento infeccioso capacidade, agora se torna muito mais fácil para o vírus causar doenças graves em indivíduos infectados. E quanto mais pessoas desenvolverem doenças sintomáticas, melhor o vírus poderá garantir sua propagação e perpetuação (pessoas que contraem doenças graves irão liberar mais vírus e por um período de tempo mais longo do que os indivíduos infectados assintomática sim). Infelizmente, o aumento de curta duração em Abs S-specific, no entanto, basta ignorar o Ab inato / natural das pessoas. Esses são postos fora do mercado por causa de sua afinidade por S ser menor do que a afinidade de Abs específicos para S. Isso quer dizer que com uma taxa crescente de infecção no população, o número de indivíduos que são infectados enquanto experimentam um aumento momentâneo no Abs Específico aumentará continuamente. Consequentemente, o número de indivíduos que são infectados enquanto experimentando uma diminuição momentânea em sua imunidade inata aumentará. Como resultado, um constante número crescente de assuntos se tornará mais suscetível a adquirir doenças graves em vez de mostrar apenas sintomas leves (ou seja, limitados ao trato respiratório superior) ou nenhum sintoma. Durante uma pandemia, especialmente os jovens serão afetados por esta evolução, pois seus Abs naturais ainda não são amplamente suprimido por uma panóplia de Abs “adquiridos”, específicos para antígenos. Abs natural e imunidade natural em geral, desempenham um papel crítico em nos proteger de patógenos, uma vez que eles constituem nossa primeira linha de imunidade defesa. Em contraste com a imunidade adquirida, as respostas imunes inatas protegem contra um grande espectro de patógenos (então não comprometa ou sacrifique sua defesa imunológica inata!). Porque o Abs natural e as células imunes inatas reconhecem um espectro diversificado de agentes estranhos (isto é, não próprios, apenas alguns de que têm potencial patogênico), é importante, de fato, mantê-lo suficientemente exposto ao ambiente de desafios. Ao manter o sistema imunológico inato (que, infelizmente, não tem memória!) TREINADO, nós podemos resistir muito mais facilmente aos germes que têm potencial patogênico real. Tem sido, por exemplo, relatado e comprovado cientificamente que a exposição a outros Coronavírus bastante inofensivos, causando um “Resfriado comum” pode fornecer proteção, embora de curta duração, contra a Covid-19 e seus leais capangas (ou seja, as variantes mais infecciosas).

A supressão da imunidade inata, especialmente nas faixas etárias mais jovens, pode, portanto, tornar-se muito problemático. Não pode haver dúvida de que a falta de exposição devido a medidas de contenção rigorosas implementado desde o início da pandemia não foi benéfico para manter a capacidade inata das pessoas sistema imunológico bem treinado. Como se isso já não estivesse comprometendo fortemente a defesa imunológica inata deste segmento populacional, surge mais uma força em jogo que aumentará dramaticamente as taxas de mortalidade nas faixas etárias mais jovens: VACINAÇÃO EM MASSA de IDOSOS. O mais extensivamente, a faixa etária posterior será vacinada e, portanto, protegida, quanto mais o vírus é forçado a continuar causando doenças em grupos de idades mais jovens. Isso só será possível desde que escape para os Abs específicos para S que são momentaneamente aumentados em indivíduos infectados anteriormente de forma assintomática. Se o vírus consegue fazer isso, ele pode se beneficiar da imunidade inata suprimida (momentaneamente), assim causando doenças em um número cada vez maior desses sujeitos e garantindo sua própria propagação. Selecionando mutações direcionadas na proteína S é, portanto, o caminho a percorrer para que o vírus aumente sua infecciosidade em candidatos que são propensos a contrair a doença devido a uma fraqueza transitória de sua defesa imunológica inata.

Mas, nesse sentido, também estamos enfrentando um grande problema com as pessoas vacinadas, pois agora estão mais e mais confrontado com variantes infecciosas exibindo um tipo de proteína S que é cada vez mais diferente de a edição S incluída na vacina (a edição posterior origina-se do original, muito menos infecciosa no início da pandemia). Quanto mais variantes se tornam infecciosas (ou seja, como resultado de bloquear o acesso do vírus ao segmento vacinado da população), menos Abs vacinal irá proteger. Já agora, a falta de proteção está levando à eliminação e transmissão viral na vacina receptores que estão expostos a essas cepas mais infecciosas (que, aliás, cada vez mais dominam o campo). É assim que estamos transformando vacinados em portadores assintomáticos, liberando infecções infecciosas variantes.

Em algum ponto, provavelmente em um futuro muito próximo, ele se tornará mais lucrativo (em termos de “retorno sobre investimento seletivo“) para o vírus apenas adicionar mais algumas mutações (talvez apenas uma ou duas) ao S proteína de variantes virais (já dotada de múltiplas mutações que aumentam a infecciosidade) em um tentativa de fortalecer ainda mais sua ligação ao receptor (ACE-2) expressa na superfície do permissivo células epiteliais. Isso agora permitirá que a nova variante supere os Abs vacinais para se ligar ao ACE receptor. Isso quer dizer que, neste estágio, levaria apenas muito poucas mutações direcionadas adicionais dentro do domínio de ligação ao receptor viral para resistir totalmente a S-specific ant-Covid-19 Abs, independentemente se as últimas são induzidas pela vacina ou por infecção natural. Nessa fase, o vírus terá, de fato, conseguido obter acesso a um grande reservatório de assuntos que agora se tornaram altamente suscetíveis a doença, pois seus Abs específicos agora se tornaram inúteis em termos de proteção, mas ainda conseguem fornecer supressão de longa duração de sua imunidade inata (ou seja, infecção natural e, especialmente, vacinação, eliciam títulos de Ab específicos de vida relativamente longa). O reservatório suscetível compreende ambos, pessoas vacinadas e aqueles que deixaram de ter Abs suficiente para S devido à doença de Covid-19 anterior. Portanto, MISSÃO REALIZADA para Covid-19, mas uma SITUAÇÃO DESASTROSA para todos os indivíduos vacinados e Pessoas soropositivas Covid-19, pois agora perderam ambos, sua defesa imune adquirida e inata contra Covid-19 (enquanto cepas altamente infecciosas estão circulando!). Esse é “um pequeno passo para o vírus, uma catástrofe gigante para a humanidade”, o que quer dizer que teremos estimulado o vírus nos mais jovens da população a um nível que agora leva pouco esforço para a Covid-19 se transformar em um altamente infeccioso vírus que ignora completamente o braço inato do nosso sistema imunológico, bem como o adaptve / adquirido (independentemente de o Abs adquirido resultar da vacinação ou natural infecton). O esforço para o vírus está se tornando ainda mais insignificante, dado que muitas vacinas os destinatários estão agora expostos a variantes virais altamente infecciosas, embora tenham recebido apenas uma única injeção da vacina. Conseqüentemente, eles são dotados de Abs que ainda não adquiriram funcionalidade ótima. Há necessidade de explicar que isso só vai aumentar ainda mais o escape imunológico. Basicamente, em breve estaremos confrontado com um vírus superinfeccioso que resiste completamente ao nosso mecanismo de defesa mais precioso: O sistema imunológico humano.

De tudo isso, está se tornando cada vez mais difícil imaginar como as consequências da intervenção humana extensa e errônea nesta pandemia não irá destruir grandes partes de nossa população humana. Só se podia pensar em muito poucas estratégias para atingir o mesmo nível de eficiência em transformar um vírus relativamente inofensivo em uma arma biológica de destruição em massa.

Certamente também vale a pena mencionar que mutações na proteína S (ou seja, exatamente a mesma proteína que é sujeita à seleção de mutações de escape) são conhecidos por permitir que os Coronavírus cruzem as barreiras das espécies. Isso quer dizer que o risco de escape imunológico mediado por vacina pode permitir que o vírus salte para outras espécies animais, especialmente gado industrial (por exemplo, fazendas de suínos e aves), não é desprezível. Essas espécies já são conhecidos por hospedar vários coronavírus diferentes e geralmente são alojados em fazendas com alta densidade de lotação. Semelhante à situação com o vírus da gripe, essas espécies poderiam servir como um reservatório adicional para o vírus SARS-COVID-2.

Como os patógenos co-evoluíram com o sistema imunológico do hospedeiro, pandemias naturais de autolimitação aguda infecções virais foram moldadas de forma a causar danos em vidas humanas que não são maiores do que estritamente obrigatório. Devido à intervenção humana, o curso desta pandemia foi completamente perturbado desde bem no começo. Medidas de prevenção de infecção generalizadas e rigorosas combinadas com campanhas em massa de vacinação com vacinas inadequadas, sem dúvida, levarão a uma situação onde o pandemia está ficando cada vez mais “fora de controle”.

Paradoxalmente, a única intervenção que poderia oferecer uma perspectiva para acabar com esta pandemia (além de permitir correr o seu curso desastroso) é… VACINAÇÃO. Claro, o tipo de vacinas a serem usadas seria completamente diferente das vacinas convencionais por não estarem induzindo os suspeitos usuais, ou seja, B e células T, mas células NK. Há, de fato, evidências científicas convincentes de que essas células desempenham um papel fundamental facilitando a eliminação completa de Covid-19 em um estágio inicial de infecção em pessoas infectadas assintomática. As células NK são parte do braço celular de nosso sistema imunológico inato e, assim como os Abs naturais, elas são capazes de reconhecer e atacar um amplo e diversificado espectro de agentes patogênicos. Há um bom raciocínio científico para assumir que é possível “preparar” as células NK de forma que elas reconheçam e matem os coronavírus em geral (incluindo todas as suas variantes) em um estágio inicial da infecção. As células NK têm cada vez mais descrito como dotado da capacidade de adquirir memória imunológica. Por educar essas células de forma a permitir que elas reconheçam e tenham como alvo os infectados por Coronavírus de maneira duradoura, nosso sistema imunológico poderia estar perfeitamente armado para um ataque direcionado ao universo dos Coronavírus antes da exposição. Como a defesa imune baseada em células NK fornece imunidade esterilizante e permite amplo espectro e proteção rápida, é razoável supor que o aproveitamento de nossas células imunes inatas está acontecendo ser o único tipo de intervenção humana deixada para impedir a propagação perigosa de Covid-19 altamente infecciosa variantes.

Se nós, seres humanos, estamos empenhados em perpetuar nossa espécie, não temos escolha senão erradicar essas variantes virais altamente infecciosas. Isso, de fato, exigirá grandes campanhas de vacinação. No entanto, NK vacinas baseadas em células permitirão principalmente que nossa imunidade natural seja melhor preparada (memória!) e para induzirem imunidade coletiva (que é exatamente o oposto do que as vacinas Covid-19 atuais fazem como aquelas cada vez mais os receptores da vacina em portadores assintomáticos que estão espalhando o vírus). Então, não resta um segundo para que as engrenagens sejam trocadas e substituam as vacinas assassinas atuais por vacinas que salvem vidas.

Apelo à OMS e a todas as partes interessadas envolvidas, independentemente da sua convicção, a declarar imediatamente a ação como A ÚNICA EMERGÊNCIA DE SAÚDE PÚBLICA MAIS IMPORTANTE DE PREOCUPAÇÃO INTERNACIONAL.

TEXTO EXTRAÍDO E TRADUZIDO DO DOCUMENTO ORIGINAL DISPONÍVEL NO SITE DO AUTOR PARA CONHECIMENTO DA HUMANIDADE – BAIXE AGORA!

Sobre o Autor Geert Vanden Bossche, DVM, PhD

Geert Vanden Bossche recebeu seu DVM da University of Ghent, Bélgica, e seu PhD em Virologia da University of Hohenheim, Alemanha. Ele ocupou cargos de docente adjunto em universidades na Bélgica e na Alemanha. Após sua carreira na academia, Geert ingressou em várias empresas de vacinas (GSK Biologicals, Novartis Vaccines, Solvay Biologicals) para servir a várias funções em P&D de vacinas, bem como no desenvolvimento tardio de vacinas. Geert então passou a se juntar à equipe Global Health Discovery da Fundação Bill & Melinda Gates em Seattle (EUA) como Oficial de Programa Sênior; ele então trabalhou com a Aliança Global para Vacinas e Imunização (GAVI) em Genebra como Gerente Sênior do Programa de Ebola. Na GAVI, ele acompanhou os esforços para desenvolver uma vacina contra o Ebola. Ele também representou a GAVI em fóruns com outros parceiros, incluindo a OMS, analisar o progresso na luta contra o Ebola e construir planos para a preparação global para uma pandemia. Em 2015, Geert examinou e questionou a segurança da vacina do Ebola que foi usada em testes de vacinação em anel conduzidos pela OMS na Guiné. Seua análise científica crítica e o relatório sobre os dados publicados pela OMS no Lancet em 2015 foram enviados a todas as autoridades regulatórias e de saúde internacionais envolvidas no programa de vacinação contra o Ebola. Depois de trabalhar para a GAVI, Geert ingressou no Centro Alemão de Pesquisa de Infecções em Colônia como Chefe do Escritório de Desenvolvimento de Vacinas. Atualmente, ele atua principalmente como consultor de biotecnologia / vacinas, ao mesmo tempo em que conduz sua própria pesquisa sobre vacinas baseadas em células Natural Killer.

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