Perdoe seu irmão por até 70 vezes 7

A Bíblia diz que devemos perdoar sempre, mesmo se a pessoa continua pecando contra nós. Assim como Deus perdoou todos os nossos pecados, nós também devemos perdoar todos que pecam contra nós. Não devemos pôr um limite ao número de vezes que estamos dispostos a perdoar.

Jesus disse que devemos perdoar nosso irmão por até 70 vezes 7 pecados para mostrar que não devemos guardar conta de quantas vezes perdoamos (Mateus 18:21-22 :+: (21) Então Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou: “Senhor, quantas vezes deverei perdoar a meu irmão quando ele pecar contra mim? Até sete vezes? (22) Jesus respondeu: “Eu digo a você: Não até sete, mas até setenta vezes sete). Quando alguém peca contra nós repetidamente, é natural ficar zangado e não querer perdoar mais. Mas o perdão não depende do merecimento nem do arrependimento do ofensor. Quanto nós perdoamos depende de quanto Deus nos perdoou.

Depois de dizer que devemos perdoar 70 vezes 7, Jesus contou uma parábola sobre um servo que devia muito dinheiro ao seu senhor. A dívida era impossível de pagar, mas, o servo implorou e o senhor perdoou sua dívida. Depois esse servo encontrou outro servo que lhe devia menos dinheiro e exigiu pagamento. O outro servo implorou, mas, o primeiro servo não perdoou. Quando o senhor ouviu disso, ficou muito zangado porque o servo recebeu perdão, mas, não quis dar perdão (Mateus 18:23-35 :+: (23) “Por isso, o Reino dos céus é como um rei que desejava acertar contas com seus servos. (24) Quando começou o acerto, foi trazido à sua presença um que lhe devia uma enorme quantidade de prata. (25) Como não tinha condições de pagar, o senhor ordenou que ele, sua mulher, seus filhos e tudo o que ele possuía fossem vendidos para pagar a dívida. (26) “O servo prostrou-se diante dele e lhe implorou: ‘Tem paciência comigo, e eu te pagarei tudo’. (27) O senhor daquele servo teve compaixão dele, cancelou a dívida e o deixou ir. (28) “Mas, quando aquele servo saiu, encontrou um de seus conservos, que lhe devia cem denários. Agarrou-o e começou a sufocá-lo, dizendo: ‘Pague-me o que me deve!’ (29) “Então o seu conservo caiu de joelhos e implorou-lhe: ‘Tenha paciência comigo, e eu pagarei a você’. (30) “Mas ele não quis. Antes, saiu e mandou lançá-lo na prisão, até que pagasse a dívida. (31) Quando os outros servos, companheiros dele, viram o que havia acontecido, ficaram muito tristes e foram contar ao seu senhor tudo o que havia acontecido. (32) “Então o senhor chamou o servo e disse: ‘Servo mau, cancelei toda a sua dívida porque você me implorou. (33) Você não devia ter tido misericórdia do seu conservo como eu tive de você?’ (34) Irado, seu senhor entregou-o aos torturadores, até que pagasse tudo o que devia. (35) “Assim também fará meu Pai celestial a vocês se cada um de vocês não perdoar de coração a seu irmão”). Deus é como o senhor dessa parábola: Ele perdoou todos os pecados de quem se arrepende a aceita Jesus como seu salvador. Nós não merecemos e Ele não precisava fazer isso, mas, Ele nos ama, mesmo sendo pecadores. Da mesma forma, ninguém merece nosso perdão, mas, nós podemos dá-la de graça e sem limites. Isso é parte de sermos imitadores de Cristo.

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